Conhecendo o autor

Eu sou Ramon Amorim, o criador de o Vigilante da Laje. Quero usar este espaço para me apresentar para vocês e contar um pouco do meu trabalho. Vamos lá?

Eu comecei a desenhar ainda muito pequeno. A minha irmã mais velha também tinha esse talento, e eu me lembro de fazer os meus desenhos com a “supervisão” dela. Eu desenhava super-heróis como Superman, the Flash, Batman e o meu favorito, o Homem-Aranha e também cheguei a criar os meus próprios heróis. Eu também desenhava coisas relacionadas a filmes que eu via na tv, dinossauros, que era uma coisa que eu gostava muito, e meus amigos e eu mesmo em aventuras que eu inventava.

Muitas vezes eu colocava balõezinhos com falas dos personagens nos desenhos e também fazia pequenas tirinhas, e logo comecei a fazer histórias em quadrinhos também. Eu costumava fazer adaptações de episódios de desenhos animados com o pica-pau, Chaves e Chapolin e também transformar vídeo games em hqs.

Eu não tinha muito acesso a gibis. Tinha algum da turma da Mônica ou da Disney e uns dois ou três do Homem-Aranha e X-men. O que eu via mais, eram os desenhos animados da tv, principalmente tv cultura e sbt e alguns filmes de super-heróis que saíram na época. Mas foi o anime que me cativou.

Quando eu era criança, eu não ia muito com a cara dos animes devido àquela conversa que você já deve ter ouvido sobre desenho japonês ser do diabo (kkkk), mas aí eu vi Naruto na televisão e me apaixonei. Era muito fã, e comecei a desenhar os personagens em todo papel que via pela frente. Eu juntava o troco da padaria para comprar o mangá na banca de revista todo mês e me interessei pelo formato. Aprendi e adotei o estilo do mangá e logo decidi criar minhas próprias histórias.

Com 15 anos, eu estava levando muito a sério esse objetivo de ser um quadrinista:  treinei para aprimorar o meu traço e estudei a arte da escrita de roteiros. Tive uma ideia para uma história e comecei a trabalhar nela. Minha mãe me comprou alguns materiais de desenho e cheguei a desenhar uns 12 capítulos. Era um mangá estilo shounen (gênero voltado para meninos com ação e fantasia) um tanto clichê, mas até que tinha lutas bem legais!

Uma página do mangá que fiz aos 15 anos.

Em 2013 eu tive a oportunidade de participar de um concurso da Shonen Jump, revista responsável pela publicação de obras como Dragonball, One Piece e o recente Kimetsu no Yaiba. Trabalhei duro em um mangá que ficou bem legalzinho e o enviei, mas infelizmente não foi, digamos, um sucesso.

Sentindo o gosto da derrota, larguei esse sonho por um tempo, apesar de ter feito mais um mangá no mesmo ano. Voltei a ativa apenas em 2017 quando escrevi duas histórias estilo shounen que não chegaram a ser desenhadas e em 2018 participei de um concurso de mangá da cidade de Kyoto com uma obra diferente do meu habitual: um romance. Este também não ganhou, hehe.

Um mangá de horror cômico que fiz para um consurso da editora JBC em 2013. Eu não cheguei a enviar e nem sei no que deu o consurso kkk
Feito para o concurso da cidade de Kyoto, escolhi o gênero romance para destoar um pouco do mais comum, o shounen.

Em 2021 escrevi mais uma história, mas não a desenhei por falta de tempo, até que por fim, em 2023, peguei um conceito que já tinha na gaveta e decidi de uma vez por todas a criar algo com determinação e fé de que poderia dar certo e alcançar muitas pessoas e trabalhei duro para transformar em uma HQ. Este conceito era o Vigilante da Laje.

Agora, estamos aí tocando este sonho adiante, esperando agradar e tocar o coração de todos vocês leitores com uma obra legal e divertida. Posso pedir para vocês me ajudarem nessa jornada? É bem simples: é só continuar lendo que eu ficarei bem motivado a trabalhar a todo vapor para entreter vocês! Obrigado!

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